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segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Célula Animal

Todos os seres vivos são formados por células. Eles podem ser unicelulares (formados por apenas uma célula) ou pluricelulares (formados por várias células).
Informações sobre a célula animal
A célula é a menor unidade do ser vivo. No corpo humano há diferentes tipos de células, e cada tipo, desempenha uma função específica visando a manutenção da vida no organismo.


Quase todas as células possuem características comuns em relação a sua forma, tais como: membrana plasmática, citoplasma e núcleo. Vale lembrar que estas características estão presentes tanto na célula animal quanto na vegetal.

A membrana plasmática é o envoltório da célula, é através dela que a célula ganha sua forma e seleciona as substâncias que entrarão ou sairão de seu interior (tudo que entra ou saí da célula tem que atravessar esta membrana).

O citoplasma é composto por uma parte fluida onde ocorrem muitas reações químicas necessárias à vida da célula, ele engloba tudo o que há na célula desde a membrana plasmática até o núcleo, incluindo as organelas (órgãos das células).

O núcleo controla as funções das células, ele possui envoltório duplo e poros nucleares que fazem o controle do que se dirige de dentro dele ao citoplasma ou vice-versa. A grande maioria das células do corpo tem apenas um núcleo; contudo, há células que não o possuem (este é caso dos glóbulos vermelhos) e há ainda aquelas que possuem vários (células musculoesqueléticas).

Curiosidade: Aproximadamente 75 trilhões de células formam um ser humano adulto.

Postagem por: Ingrid

Estudo da vida

                                                        
O homem nunca se contém com que faz, pois está sempre à aprocura de mais e mais.
                                                                 
A vida é um dom divino,não se vende e nem se compra,pessoas tentaram e tentam desvendar o mistério da vida.
"A vida inteligente em um planeta torna-se amadurecida quando, pela primeira vez, compreende a razão da sua própria existência"
Richard Dawkins
Professor de Biologia e Biólogo
Oxford, EUA



sexta-feira, 27 de agosto de 2010

A fronteira das células

No mundo de hoje, é comum pensarmos em um país como sendo uma porção de terra delimitada espacialmente das demais pela presença de uma fronteira. Vamos pensar no caso do Brasil. Estamos rodeados de mar em metade do nosso território e, na outra metade, fazemos fronteira terrestre com outros nove países da America do Sul. Em suas fronteiras, todos os países instalam uma alfândega, que é uma repartição governamental de controle do movimento de entradas e saídas das pessoas e de mercadorias para o exterior ou deles provenientes.




Com as células não é diferente. Cada uma delas tem uma “área de fronteira”, representada pela membrana plasmática e, nesta área, as células também possuem o seu “posto alfandegário”, as proteínas. Assim como nas aduanas das fronteiras entre os países, essas proteínas são as responsáveis pelo reconhecimento de substâncias vindas de dentro ou de fora da célula como, por exemplo, hormônios.



O trabalho realizado por uma célula é semelhante ao que acontece em uma fábrica, como a de televisores, por exemplo. Através de portões, dá-se a entrada de diversos tipos de peças destinadas as linhas de montagem. Para a fabricação e a montagem dos aparelhos, são necessários energia e operários habilitados. É preciso, ainda, um setor de embalagem para preparar a expedição do que é produzido e uma diretoria para comandar todo o complexo fabril e manter o relacionamento com o mundo externo. Tudo dentro dos limites representados pelo muro da fábrica.



 
A célula possui setores semelhantes aos de uma fábrica. Um limite celular, representado pela membrana plasmática, separa o conteúdo da célula, o citoplasma, do meio externo. O citoplasma, constituído por organóides e hialoplasma (ou citosol), um material viscoso representa o setor produtivo. Um núcleo contendo o material genético representa “a diretoria” da célula.


Postagem por: Érica Melissa
Fonte: http://www.sobiologia.com.br/

CITOLOGIA

É possível que você já tenha ouvido falar que a célula é a unidade fundamental da vida. Isso significa dizer que para um "ser vivo" possuir vida, no mínimo, ele deverá ser formado por uma célula.



Assim, nada mais natural, que começarmos nosso aprendizado sobre biologia (bio = vida; logia = estudo), analisando as estruturas presentes em uma célula e suas funções, ou seja, através da Citologia (cito = célula; logia = estudo).

Histórico
As células são geralmente muito pequenas e, dificilmente, visíveis a olho nu. Por isso, apenas depois da invenção do microscópio é que foi possível observar uma célula pela primeira vez. Sabe quando isso aconteceu? No ano de 1665, pelo inglês Robert Hooke, utilizando um microscópio muito simples.


Ele fez cortes bem finos na casca de uma árvore e descobriu que estas estruturas eram formadas por pequenas unidades semelhantes a favo de mel.


O nome "célula" foi empregado pela primeira vez por ele como diminutivo da palavra "cella", que em latim significa espaço cercado por paredes.


Seres vivos x seres brutos


Depois da descoberta da célula, tudo que existe passou a ser classificados em dois grupos:

Seres brutos ou Acelulares – que não são formados por células, portanto, sem vida.

Seres vivos ou Celulares – que são formados por células e que, portanto, possuem vida.

Classificação quanto ao tipo de célula
Hoje sabemos que as células que existem são de dois tipos:

Procariontes

Células muito simples, sem organelas e com material genético (DNA) localizado em uma região específica do citoplasma, mas não protegido por um envoltório, ou seja, sem uma membrana nuclear (carioteca).


Ex: bactérias e algas cianofíceas, também conhecidas como algas azuis.

Eucariontes


Células mais complexas com o citoplasma rico em organelas e com o material genético (DNA) protegido pela carioteca.


Ex: animais, vegetais, fungos e protozoários.
 
Lembrete: Organelas são estruturas encontradas dentro da célula, delimitadas por membranas, e com funções específicas. O nome "organela" é usado como alusão à "pequenos órgãos".



Postagem por: Marielle S. Matos
Fonte: www.colegioweb.com.br

Biologia Celular




Biologia celular ou citologia é o ramo da biologia que estuda as células no que diz respeito à sua estrutura, suas funções e sua importância na complexidade dos seres vivos. É estudada em cursos da área de saúde e biológicas.


Com a invenção do Microscópio óptico foi possível observar estruturas nunca antes vistas pelo homem, as células. Essas estruturas foram mais bem estudadas com a utilização de técnicas de citoquímica e o auxílio fundamental do microscópio eletrônico.

A biologia celular concentra-se no entendimento do funcionamento dos vários sistemas celulares, o aprendizado de como estas células são reguladas e a compreensão do funcionamento de suas estruturas.

A biologia celular é um estudo detalhado dos componentes da célula. Estes componentes são de importância vital para a vida da célula e em geral para a vida dos seres vivos (os quais são formados por células). Os componentes que dão vida à célula compreendem: a membrana citoplasmática, o núcleo, as mitocôndrias, os retículos endoplasmáticos liso e rugoso, oslisossomos, o complexo de Golgi, nucléolo, peroxissomos, centríolos, citoesqueleto e cloroplastos e parede celular, sendo este último encontrado em bactérias, fungos e vegetais



Postagem por: Douglas Lima Fonte: Wikipédia.com/citologia

Citologia: Surgimento e Desenvolvimento

Ao estudarmos a origem e a evolução dos seres vivos, falamos em origem e evolução da célula. Afinal, com exceção dos vírus, os seres vivos são formados por células.


A área da Biologia que estuda a célula é a Citologia. Essa área só teve início a partir do momento em que o ser humano começou a construir aparelhos com lentes que propiciam grande aumento das imagens de objetos. Esses aparelhos, chamados microscópios, possibilitam o conhecimento e o estudo de estruturas invisíveis a olho nu, já que na sua maioria as células são microscópicas.



Os primeiros microscópios foram construídos nos séculos XVI, mas somente no século XVII foram utilizados com finalidades biológicas. O holandês Anton van Leeuwenhoek (1632-1723) construiu um microscópio formado por uma lente de aumento, que lhe permitia obter imagens ampliadas em até trezentas vezes. Com o seu microscópio que foi denominado microscópio simples, Leeuwenhouek analisou e descreveu vários microrganismos. Por usar a luz para iluminar os objetos observados seu microscópio foi chamado também de microscópio de luz (ML) ou de microscópio óptico (MO).

Mais tarde, em 1665, o inglês Robert Hooke (1635-1703) publicou suas observações de estruturas visíveis ao microscópio de luz, só que esse microscópio era construído com duas lentes de aumento associadas a um tubo. Essas observações lhe proporcionaram o crédito de descobridor das células.

O microscópio utilizado por Hooke apresentava uma lente chamada ocular (voltada para o olho humano) e outra chamada objetiva (voltada para o objeto a ser analisado). Por apresentar duas lentes, ele é chamado de microscópio composto.

As imagens obtidas nos microscópios compostos são bem mais detalhadas e complexas do que as observadas em microscópios simples.
Postagem por : Thaynara
 Fonte : Shvoong.com