sexta-feira, 27 de agosto de 2010
Fontes de energia do mundo
A principal fonte de energia existente hoje é o petróleo, mas além de não ser renovável, e ser um dos principais responsáveis pelo efeito estufa, o petróleo ainda será motivo de muitas guerras e conflitos entre os países, principalmente aqueles países que dependem muito dessa fonte energética como os Estados Unidos, os países do oriente médio e vários outros. Por isso diversas nações do mundo inteiro estão investindo muito dinheiro em projetos que utilizaram as fontes de energia alternativa, como a energia solar, a energia eólica, a energia geotérmica, o biodiesel, a energia obtida através do hidrogênio, a energia dos mares, o etanol e a biomassa. Essas fontes de energia alternativas citadas são as mais abordadas em projeto para uma menor contribuição para o aquecimento da Terra e também para tentar alcançar cada vez mais uma independência com relação ao petróleo. Explicarei algumas dessas energias alternativas.
biomassa: utiliza matéria de origem vegetal para produzir energia (bagaço de cana-de-açúcar, álcool, madeira, palha de arroz, óleos vegetais etc.)
energia solar: utiliza os raios solares para gerar energia oferece vantagens como: não polui, é renovável e existe em abundância. A desvantagem é que ainda não é viável economicamente, os custos para a sua obtenção superam os benéficos.
energia eólica: é a energia gerada através da força do vento captado por cata-ventos. Suas vantagens são: é abundante na natureza intenso e regular e produz energias a preços relativamente competitivos.
etanol: é produzido principalmente a partir da cana-de-açúcar, do eucalipto e da beterraba. Como energia pode ser utilizado para fazer funcionar motores de veículos ou para produzir energia elétrica. Suas vantagens são: é uma fonte renovável e menos poluidora que a gasolina.
biodiesel: o biodiesel substitui total ou parcialmente o óleo diesel de petróleo em motores ciclo diesel automotivos. Vantagens: é renovável, não é poluente. Desvantagens: grande quantidade de glicerina é queimada, e há o esgotamento do solo.
Postagem por: Paula Andréa
Fonte : Shvoong.com
Citologia: Surgimento e Desenvolvimento
Ao estudarmos a origem e a evolução dos seres vivos, falamos em origem e evolução da célula. Afinal, com exceção dos vírus, os seres vivos são formados por células.
A área da Biologia que estuda a célula é a Citologia. Essa área só teve início a partir do momento em que o ser humano começou a construir aparelhos com lentes que propiciam grande aumento das imagens de objetos. Esses aparelhos, chamados microscópios, possibilitam o conhecimento e o estudo de estruturas invisíveis a olho nu, já que na sua maioria as células são microscópicas.
Os primeiros microscópios foram construídos nos séculos XVI, mas somente no século XVII foram utilizados com finalidades biológicas. O holandês Anton van Leeuwenhoek (1632-1723) construiu um microscópio formado por uma lente de aumento, que lhe permitia obter imagens ampliadas em até trezentas vezes. Com o seu microscópio que foi denominado microscópio simples, Leeuwenhouek analisou e descreveu vários microrganismos. Por usar a luz para iluminar os objetos observados seu microscópio foi chamado também de microscópio de luz (ML) ou de microscópio óptico (MO).
Mais tarde, em 1665, o inglês Robert Hooke (1635-1703) publicou suas observações de estruturas visíveis ao microscópio de luz, só que esse microscópio era construído com duas lentes de aumento associadas a um tubo. Essas observações lhe proporcionaram o crédito de descobridor das células.
O microscópio utilizado por Hooke apresentava uma lente chamada ocular (voltada para o olho humano) e outra chamada objetiva (voltada para o objeto a ser analisado). Por apresentar duas lentes, ele é chamado de microscópio composto.
As imagens obtidas nos microscópios compostos são bem mais detalhadas e complexas do que as observadas em microscópios simples.
Postagem por : Thaynara
Fonte : Shvoong.com
A área da Biologia que estuda a célula é a Citologia. Essa área só teve início a partir do momento em que o ser humano começou a construir aparelhos com lentes que propiciam grande aumento das imagens de objetos. Esses aparelhos, chamados microscópios, possibilitam o conhecimento e o estudo de estruturas invisíveis a olho nu, já que na sua maioria as células são microscópicas.
Os primeiros microscópios foram construídos nos séculos XVI, mas somente no século XVII foram utilizados com finalidades biológicas. O holandês Anton van Leeuwenhoek (1632-1723) construiu um microscópio formado por uma lente de aumento, que lhe permitia obter imagens ampliadas em até trezentas vezes. Com o seu microscópio que foi denominado microscópio simples, Leeuwenhouek analisou e descreveu vários microrganismos. Por usar a luz para iluminar os objetos observados seu microscópio foi chamado também de microscópio de luz (ML) ou de microscópio óptico (MO).
Mais tarde, em 1665, o inglês Robert Hooke (1635-1703) publicou suas observações de estruturas visíveis ao microscópio de luz, só que esse microscópio era construído com duas lentes de aumento associadas a um tubo. Essas observações lhe proporcionaram o crédito de descobridor das células.
O microscópio utilizado por Hooke apresentava uma lente chamada ocular (voltada para o olho humano) e outra chamada objetiva (voltada para o objeto a ser analisado). Por apresentar duas lentes, ele é chamado de microscópio composto.
As imagens obtidas nos microscópios compostos são bem mais detalhadas e complexas do que as observadas em microscópios simples.
Postagem por : Thaynara
Fonte : Shvoong.com
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